quarta-feira, 17 de abril de 2013
Oi amoreees. Desculpa ter demorado tanto pra postar! Sabe como é né tava em semana de provas. Estudo que nem uma condenada e ainda vou mal então não deu tempo mesmo de postar e além do mais estou me dedicando a novas Ib's também e eu não sei se vocês gostariam que eu postasse elas aqui... Mas enfim, Aqui ta o capítulo 52 V espero que vocês gostem, beijos.
Love Can't Be Feared - Capítulo 52 - Santa Claus Is Coming To Town
Tomei um banho quente e coloquei meu vestido que eu uso todo ano no Natal. Ele é vermelho e verde, listrado, confortável e combinava com o Natal. Mais era óbvio que eu só usava ele essa época do ano. Sai do banheiro e encontrei o Justin vestido de smoking. Homens ficam tão fofinhos vestidos de smoking, não?
Ele veio até mim com seu jeito de malandro e me pegou pela cintura.
-Você está linda.
-Você também.
Nós escutamos um barulho de busina enquanto nos davamos um beijo de leve.
-Deve ser o Harry....
-Você tem certeza que quer fazer isso mesmo?
-É agora ou nunca não?
-É.
Nós descemos as escadas de mãos dadas e vimos todos reunidos na sala.
-Nós voltamos meia-noite! - o Justin gritou enquanto colocava um casaco sobretudo em mim.
-Justin! - a Pattie veio até nós. - ESPEREM!
Nós nos viramos para ela. Ela queria tirar uma fota de nós.
-Mãe, qualé, nós já estamos atrasados!
-Shiu! - ela colocou o flash na nossa cara e sim a foto ficou uma bosta mais é coisa de mãe.
Nós já íamos sair quando...
-Ei! Vocês dois! - nós rimos juntos dando um beijo cada um em uma bochecha dela. - Aproveitem meus anjos!
Nós saimos e fomos em direção ao carro de Harry. E o Justin sentou na frente né, ele nunca me deixaria sentar no lado do Harry por mais que agora ele fosse meu irmão hahha.
-Ele vem também? - o Harry perguntou.
E antes que eu pudesse falar alguma coisa o mal educado retrucou:
-Alguma coisa contra? - eu heim se eu fosse o Justin eu não ficava dando essa bola toda o Harry agora é seu cunhado né mino.
-JUSTIN!
-Não Gabi, tudo bem, foi chato mesmo eu perguntar isso, mais não tem problema nenhum.
-Acho bom mesmo... - quando esse garoto vai levar jeito Deus?
Chegando na casa do Harry já dava pra se esperar né... Filho de empresário rico mesmo...
Um homem bem vestido, magro e jovem atendeu a porta. Deveria ser o mordomo deles, do jeito que o pai do Harry era, ops meu pai, eu não duvidava mais de nada.
-Fred! - o Harry e o homem fizeram um toque.
-Gabi, Justin, esse é Frederico, meu mordomo.
Disse, não? Nós o comprimentamos gentilmente e fomos até a sala de estar onde estavam todos reunidos, minha família... Mais não era ninguém que me conhecesse, eram só primos do papai e tals. Meus avôs por parte paterna haviam morrido e meu pai era filho único. Pelo menos todos eles eram animados....
Uma mulher desceu pelas escadas, ela era muito bonita, usava um vestido vermelho cor de sangue e era rodeada de jóias. Deveria ser a madrasta do Harry, minha madrasta. Eu já havia escutado bilhões de histórias sobre ela e nenhuma era boa... O Harry não suportava ela e parecia que meu pai dava tudo o que ela queria e tudo mais.
Não queria dizer isso aqui, mais quando ela viu o Harry o rosto dela se fechou por completo e ela veio direto para o meu pai. Ela parecia exatamente o tipo de mulher falsa e arrogante.
Nós nos reunimos todos em volta daquela mesa quadrada e grande para celebrarmos a ceia de Natal. Havia um Tender grande no centro da mesa. A decoração estava magnífica e eu acho que tinha talher até para coçar o bumbum ali hhaaha. E em volta da mesa tinha um monte de comidas gostosas espalhadas. Em uma das pontas estava meu pai, na outra Jade (minh madrasta) e o resto tipo eu sentamos em qualquer lugar. Eu sentei no meio de um lados da mesa, o Harry sentou no meu lado esquerdo e o Justin no meu lado direito. Nós comemos, rindo e conversando, todos estavam bem, menos o Harry, ele nao suportava a presença daquela mulher e eu não podia entender porque, ela não parecia ser tão ruim, não é?
-Posso oferecer a vocês um brinde? - no meio da refeição meu pai se levantou e disse isso. - Bom... Primeiro quero dizer que é uma honra ter todos vocês em minha casa, principalmente você filho e quero que todos vocês disfrutem da casa como se ela fosse de vocês. Então por favor, ergam as taças e vamos brindar um feliz natal!
Todos nós fizemos exatamente isso e logo em seguida batemos palmas e meu pai se sentou. Depois foi a vez da Jade, como já era de se esperar.
-Queridos amigos, nunca pensei que tivesse a sorte de ter o Harry aqui comemorando com nós todos essa ceia de Natal. Fico muito feliz por finalmente você ter aceitado minha relação com seu pai e...
O Harry a interrompeu:
-Só porque eu estou aqui nesse momento não quer dizer que eu tenha te aceitado. O único motivo de eu estar em NY nesse momento é pela Gabi e eu to pouco me fudendo para vocês. Para mim vocês são todos uns falsos que querem causar boa impressão. Agora com licença, eu vou subir para o meu quarto.
Eu já ia me levantar quando o Justin segurou minha perna.
-O melhor é ficar aqui - ele disse baixo.
-Não, o melhor é eu saber o que esta acontecendo.
Me retirei da mesa e subi as escadas em direção ao quarto de Harry. Caralho! Desculpa pelo palavrão! Mais mano o quarto dele era maior que a casa dos Carters! Vi ele jogando
basquete e fui até ele.
-Nem adianta tentar me ignorar - eu já avisei.
Ele parou a bola e veio até mim.
-Eu odeio aquela mulher Gabi, muito.
-Por que? Ela não parece ser tão ruim.
-Esse é o problema "ela não parece". Ela é uma falsa. Tudo que ela quer meu pai aceita como um robô. Ela só se aproveita do meu pai porque ele... - ele falou tão baixo que ninguém teria escutado mais eu escutei.
-Por que ela se aproveita do seu pai Harry?
-Não, nada.
-Harry, me diz, por favor...
-A Jade...
Bem naquele momento alguém entrou no quarto. Era o Justin.
-Gabi, ta ficando tarde, nós precisamos ir.
-Vai indo Justin, eu pego um táxi daqui a pouco.
-Gabi to falando sério, a gente precisa ir - eu vi na expressão dele que não era "porque estava ficando tarde" que a gente precisava ir. Algo terrível tinha acontecido.
-Harry, você se importa?
-Não, claro que não - eu dei um beijo na bochecha dele e o Justin um tchau de longe.
Nós não passamos pela sala, pegamos o elevador que dava direto na porta da casa aonde um táxi estava esperando a gente. O Justin abriu a porta para mim e eu entrei e ele veio atrás de mim logo em seguida. O Bieber falou o endereço para o motorista.
-O que aconteceu Justin?
-Acredita em mim, melhor se você nem saber.
-Justin eu preciso saber!
-Logo que você saiu da mesa a Jade foi para o seu quarto, envergonhada e irritada e a mãe dela foi atrás. Eu não ia ficar ali, então resolvi achar vocês mais essa casa é muito grande e acabei parando ali no quarto da Jade e escutei a conversa delas pela porta.
-EAI JUSTIN?! O QUE ELAS FALARAM?!
-Lembra daquela ex-namorada do Harry (quem não lembra era aquela que havia morrido, Samantha)?
Eu assenti.
-Então, a Jade é a mãe dela! Mas isso todos ali já sabiam, menos a gente. O que ninguém sabia é que foi a Jade que matou a menina.
-O que, como assim?
-Ela não aceitava o namoro deles! E ela ficou simplismente louca, embebedou a filha de propósito, pôs ela para dirigir bêbada, sendo que ela sabia que ela e o Harry tinham brigado e armou para o seu pai atropelar ela. Para que ele se sentisse culpado pela morte da Samantha e dasse de mãe coitadinha para poder casar com ele porque ele é rico!
-Ou seja, tanto o Jake quanto o Harry se sentem culpados pela morte da Samantha e a verdadeira culpada é a Jade?
-Exatamente e mais: o Harry não sabe que foi o pai que a atropelou.
-E o Harry não gosta dela porque ele não apoiava o namoro deles?
-Gabi, você não ta entendendo, é bem pior. A mulher colocou na cabeça do Harry que ele era o culpado! Fez ele até ir para um internato.
-Mas Justin pensa bem! Ele se acha culpado! Ele não odiaria ela assim no meio do nada! Sendo que se "ele" fosse o culpado da morte da Samantha ele teria que tratar a Jade como um anjo, não?
-Isso eu já não sei, mas vai que ser algo que nós teremos que descobrir....
terça-feira, 2 de abril de 2013
Love Can't Be Feared - Capitulo 51- And I don't care if I don't get anything. All I need is you right now
-Não, nem passava pela minha cabeça a ideia de "falar com ele". Não, nunca mais. Eu sentia ódio por ele. Sentia, não? Eu não sei, só sei que eu não ia falar com ele. Eu não iria estragar a minha vida. Eu estava com meu melhor amigo e eu ia aproveitar.
Senti o Harry tocar na minha mão e me conduzir até uma mesa. Meu coração comecou a bater forte. Parecia que ele estava me conduzindo a mesa do meu pai. Até que ele parou. Ele havia me conduzido até a mesa do meu pai.
Ele se levantou e abraçou o Harry.
-Fala garotão! Vejo que você trouxe uma linda moça com você - ele beijou minha mão e o Harry riu.
-É pai, essa é minha amiga, Gabi.
-Gabriela... Nome bonito...
-Obrigada - eu disse.
-Bom, vamos nos sentar, não? - ele disse com um sorriso e eu tentava sorrir junto mas meus lábios impediam.
Eu deveria falar a ele? Deveria? Deveria contar ao Harry? Eles iriam achar que eu estava delirando... Eu não tinha pensado nisso. Eu beijei meu próprio irmão! Meu próprio irmão! Mas o que? Isso não era possível, era?
Meu copo já estava preenchido com água e eu estendi minha mão para pegá-lo mas quando percebi havia a deixado cair no chão. DESASTRADA! EU TINHA QUE ME ACALMAR! ELES NÃO HAVIAM PERCEBIDO O MEU NERVOSISMO? HAVIAM?
-Desculpa Harry foi sem querer, eu...
-Ta tudo bem Gabi.
-Não, eu sou muito desastrada, me desculpa. - Eu coloquei a mão na cabeça e vi o garçom vindo até a nossa mesa para limpar. - Eu... Eu acho que vou no banheiro, com licença.
Tranquei a porta e lavei minha cara. Eu tinha que ser forte, eu precisava ser forte naquele momento. Retoquei a maquiagem e voltei para a mesa.
-Adivinha pai?
-O que?
-A Gabi é brasileira, assim como você e a mamãe.
-Ah é? De que cidade você é Gabi?
-São Paulo...
-Hum... Eu também... São Paulo, que saudades.
Ele fez um sinal para o garçom para que ele viesse até a mesa anotar os pedidos.
-Um...
-Risoto com molho vermelho.
-Para a senhorita?
Ferrou.
-Carter.
Ele abriu um sorriso.
-E um...
-Risoto ao molho branco.
-Para o garoto aqui e um macarrão aos frutos do mar para mim.
O garçom se afastou e meu pai decidiu comentar:
-Carter não é um sobrenome comum no Brasil, não é mesmo?
-É... É que esse é meu sobrenome aqui nos EUA, da família do meu intercâmbio.
-Hum... E qual é seu sobrenome mesmo?
Eu não podia falar, podia? Era a hora, era agora ou nunca.
-Oliveira.
Ele olhou para mim. Estava frustrado por dentro, como se tivesse tido um flash back porém não havia demonstrado. Nós acabamos o almoço e o Harry me levou para casa.
-O convite da ceia de véspera de Natal amanhã em casa ainda esta de pé. O que você acha?
-Eu aceito, gostei do seu pai.
-Sério?
Eu assenti e dei um beijo na bochecha dele.
-Até amanhã.
Entrei em casa e fui direto para o meu quarto. O Justin estava lá, para a minha surpresa, mechendo no Ipad. Quando ele me viu se levantou e veio até mim, me dando um selinho.
-Oi meu amor, como foi?
-Senta aí Justin, eu preciso te falar uma coisa.
Nós sentamos na cama juntos e eu olhei para baixo.
-O que eu vou te falar agora eu nunca falei tão sério na minha vida. Eu estou até com medo mas é sério.
Ele forçou uma risada.
-Gabi, assim você me deixa preocupado. O que houve?
-Eu e o Harry fomos almoçar com o pai dele e o pai dele é meu pai, ou seja eu e o Harry somos irmãos.
Ele ficou mudo, totalmente mudo e se levantou.
-COMO ASSIM GABI? ELE NÃO TE RECONHECEU?
-Não... Eu até falei meu nome e sobrenome para ele e ele não me reconheceu. Ele até teve um Flash Back mais não disse nada...
-Você falou alguma coisa pro Harry?
-Óbvio que não né Justin! Ele iria achar que eu to delirando!
-Até EU acho que você ta delirando!
-E eu não? Justin eu beijei meu irmão cara!
-Você tem certeza absoluta que era ele?
Eu me levantei da cama e fui até a minha mala. Enfiei minha mão no bolso mais fundo e tirei um colar de coração de ouro que havia dentro dele. Era um coracao que meu pai havia me dado, e quando você abria tinha uma foto minha e dele.
-Agora ve isso - eu peguei uma foto de hoje do meu Iphone aonde havia eu o Harry e o meu pai no restaurante.
-Eu não to acreditando! - ele disse.
-Eu topei de ir no jantar com ele amanhã, da véspera de Natal.
-Por que? Você é louca?
-Justin, você não ve?! Ele ta tentando fugir de mim, fugir da obrigação! Tudo bem ele nao me reconhecer me vendo, afinal faz 8 anos que nós não nos vemos, mas eu contando meu sobrenome e tudo mais para ele? É óbvio que ele sabe quem eu sou.
-Não sei não Gabi. Talvez você esteja certa mais acho que você deveria falar com a sua mãe sobre isso.
-Você acha?
-Totalmente.
-É só que eu não sei como! Justin eu to tão confusa! Não sei mais de nada!
Eu coloquei a mão na cara e ele se ajoelhou ao meu lado e logo em seguida me abraçou.
-Eu odeio te ver assim, não fica assim amor, nós vamos resolver isso, você vai ver.
-Como Justin? Eu esperava nunca mais ver ele! Não que ele fosse pai do meu melhor amigo que um dia eu beijei.
-Gabi então não vai amanhã. Escuta o que eu to te dizendo!
-Eu preciso ir Justin, se eu não for .... Eu preciso ir, ok?
-Então eu vou com você sem mais nem menos.
-Você não precisa trabalhar não?
-Amanhã é véspera de Natal Gabi...
-Ué, do jeito que você trabalha, não duvido mais de nada.
-Você ta me zuando Gabriela?
-Talvez, só talvez.
-Hum, - ele foi me deitando na cama e subindo em cima de mim - vamos ver quem vai rir.
E ele começou a fazer cócegas em mim. Adorava o jeito de mesmo eu estando triste o Justin me alegrava. Depois que ele acabou com o ataque de criancice dele eu finalmente perguntei:
-Como foi a gravação?
-Pensava que você não queria mais saber do meu trabalho em casa.
-É mais agora eu quero.
-Ah foi bem legal, o Ludacris é legal... A música ta legal... Só que tem uma coisa.
-O que?
-Eu prefiro ficar aqui, agarradinho com você no frio - ele colocou o meu cabelo atrás da orelha.
GEEEEEEENTE QUE LINDO MARAVILHOSO.
-Eu também, mais do que qualquer coisa.
-Aham... - ele começou a me beijar e nós adormecemos abraçados.
Senti o Harry tocar na minha mão e me conduzir até uma mesa. Meu coração comecou a bater forte. Parecia que ele estava me conduzindo a mesa do meu pai. Até que ele parou. Ele havia me conduzido até a mesa do meu pai.
Ele se levantou e abraçou o Harry.
-Fala garotão! Vejo que você trouxe uma linda moça com você - ele beijou minha mão e o Harry riu.
-É pai, essa é minha amiga, Gabi.
-Gabriela... Nome bonito...
-Obrigada - eu disse.
-Bom, vamos nos sentar, não? - ele disse com um sorriso e eu tentava sorrir junto mas meus lábios impediam.
Eu deveria falar a ele? Deveria? Deveria contar ao Harry? Eles iriam achar que eu estava delirando... Eu não tinha pensado nisso. Eu beijei meu próprio irmão! Meu próprio irmão! Mas o que? Isso não era possível, era?
Meu copo já estava preenchido com água e eu estendi minha mão para pegá-lo mas quando percebi havia a deixado cair no chão. DESASTRADA! EU TINHA QUE ME ACALMAR! ELES NÃO HAVIAM PERCEBIDO O MEU NERVOSISMO? HAVIAM?
-Desculpa Harry foi sem querer, eu...
-Ta tudo bem Gabi.
-Não, eu sou muito desastrada, me desculpa. - Eu coloquei a mão na cabeça e vi o garçom vindo até a nossa mesa para limpar. - Eu... Eu acho que vou no banheiro, com licença.
Tranquei a porta e lavei minha cara. Eu tinha que ser forte, eu precisava ser forte naquele momento. Retoquei a maquiagem e voltei para a mesa.
-Adivinha pai?
-O que?
-A Gabi é brasileira, assim como você e a mamãe.
-Ah é? De que cidade você é Gabi?
-São Paulo...
-Hum... Eu também... São Paulo, que saudades.
Ele fez um sinal para o garçom para que ele viesse até a mesa anotar os pedidos.
-Um...
-Risoto com molho vermelho.
-Para a senhorita?
Ferrou.
-Carter.
Ele abriu um sorriso.
-E um...
-Risoto ao molho branco.
-Para o garoto aqui e um macarrão aos frutos do mar para mim.
O garçom se afastou e meu pai decidiu comentar:
-Carter não é um sobrenome comum no Brasil, não é mesmo?
-É... É que esse é meu sobrenome aqui nos EUA, da família do meu intercâmbio.
-Hum... E qual é seu sobrenome mesmo?
Eu não podia falar, podia? Era a hora, era agora ou nunca.
-Oliveira.
Ele olhou para mim. Estava frustrado por dentro, como se tivesse tido um flash back porém não havia demonstrado. Nós acabamos o almoço e o Harry me levou para casa.
-O convite da ceia de véspera de Natal amanhã em casa ainda esta de pé. O que você acha?
-Eu aceito, gostei do seu pai.
-Sério?
Eu assenti e dei um beijo na bochecha dele.
-Até amanhã.
Entrei em casa e fui direto para o meu quarto. O Justin estava lá, para a minha surpresa, mechendo no Ipad. Quando ele me viu se levantou e veio até mim, me dando um selinho.
-Oi meu amor, como foi?
-Senta aí Justin, eu preciso te falar uma coisa.
Nós sentamos na cama juntos e eu olhei para baixo.
-O que eu vou te falar agora eu nunca falei tão sério na minha vida. Eu estou até com medo mas é sério.
Ele forçou uma risada.
-Gabi, assim você me deixa preocupado. O que houve?
-Eu e o Harry fomos almoçar com o pai dele e o pai dele é meu pai, ou seja eu e o Harry somos irmãos.
Ele ficou mudo, totalmente mudo e se levantou.
-COMO ASSIM GABI? ELE NÃO TE RECONHECEU?
-Não... Eu até falei meu nome e sobrenome para ele e ele não me reconheceu. Ele até teve um Flash Back mais não disse nada...
-Você falou alguma coisa pro Harry?
-Óbvio que não né Justin! Ele iria achar que eu to delirando!
-Até EU acho que você ta delirando!
-E eu não? Justin eu beijei meu irmão cara!
-Você tem certeza absoluta que era ele?
Eu me levantei da cama e fui até a minha mala. Enfiei minha mão no bolso mais fundo e tirei um colar de coração de ouro que havia dentro dele. Era um coracao que meu pai havia me dado, e quando você abria tinha uma foto minha e dele.
-Agora ve isso - eu peguei uma foto de hoje do meu Iphone aonde havia eu o Harry e o meu pai no restaurante.
-Eu não to acreditando! - ele disse.
-Eu topei de ir no jantar com ele amanhã, da véspera de Natal.
-Por que? Você é louca?
-Justin, você não ve?! Ele ta tentando fugir de mim, fugir da obrigação! Tudo bem ele nao me reconhecer me vendo, afinal faz 8 anos que nós não nos vemos, mas eu contando meu sobrenome e tudo mais para ele? É óbvio que ele sabe quem eu sou.
-Não sei não Gabi. Talvez você esteja certa mais acho que você deveria falar com a sua mãe sobre isso.
-Você acha?
-Totalmente.
-É só que eu não sei como! Justin eu to tão confusa! Não sei mais de nada!
Eu coloquei a mão na cara e ele se ajoelhou ao meu lado e logo em seguida me abraçou.
-Eu odeio te ver assim, não fica assim amor, nós vamos resolver isso, você vai ver.
-Como Justin? Eu esperava nunca mais ver ele! Não que ele fosse pai do meu melhor amigo que um dia eu beijei.
-Gabi então não vai amanhã. Escuta o que eu to te dizendo!
-Eu preciso ir Justin, se eu não for .... Eu preciso ir, ok?
-Então eu vou com você sem mais nem menos.
-Você não precisa trabalhar não?
-Amanhã é véspera de Natal Gabi...
-Ué, do jeito que você trabalha, não duvido mais de nada.
-Você ta me zuando Gabriela?
-Talvez, só talvez.
-Hum, - ele foi me deitando na cama e subindo em cima de mim - vamos ver quem vai rir.
E ele começou a fazer cócegas em mim. Adorava o jeito de mesmo eu estando triste o Justin me alegrava. Depois que ele acabou com o ataque de criancice dele eu finalmente perguntei:
-Como foi a gravação?
-Pensava que você não queria mais saber do meu trabalho em casa.
-É mais agora eu quero.
-Ah foi bem legal, o Ludacris é legal... A música ta legal... Só que tem uma coisa.
-O que?
-Eu prefiro ficar aqui, agarradinho com você no frio - ele colocou o meu cabelo atrás da orelha.
GEEEEEEENTE QUE LINDO MARAVILHOSO.
-Eu também, mais do que qualquer coisa.
-Aham... - ele começou a me beijar e nós adormecemos abraçados.
Assinar:
Postagens (Atom)
