segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Capítulo 21- I'll Never Let You Go


Eu acordei com o sol na minha cara pela janela. O Justin não estava lá. Fiquei um pouco preocupada mas logo o ser apareceu no vidro da frente.
-Vem Bela Adormecida, tenho que te mostrar uma coisa.
Eu desci do carro.
-Dormiu bem?
Eu assenti.
-Vem ver o que eu achei.
Ele pegou na minha mão e me guiou até uma cachoeira. MEEU DEEEUS UMA CACHOOOEIIIRAAA! EU NUNCA TINHA FICADO TÃO FELIZ EM ENCONTRAR ÁGUA.
Eu me ajoelhei e comecei a beber muito e ele só ficava me encarando.
-O que foi?
-Você parece um anjinho dormindo.
-Você ronca.
Ele riu.
-Desculpa.
-Eu não me importo, gostei de passar à noite com você.
-Já penso que nessa altura nossas mães vão nos matar?
-Já devem até ter chamado a polícia hahaha.
Ele me deitou na grama, subiu em cima de mim e começou a me beijar. Era um beijo calmo, não era tipo beijar por beijar, era beijo de sentimento. Dai ele começou a vir pelo meu pescoço.
-A gente não se beijava faz tempo.
-Faz um dia.
-Um dia sem você para mim é como uma eternidade - ele voltou para a minha boca, se sentou e me puxou para cima dele.
-Da vontade de ficar assim para sempre com você - eu disse mexendo no cabelo dele.
-É... - ele disse mexendo no meu.
-Ei Justin, o que é aquilo?
-Aquilo o quê? - ele se virou.
-Aquilo ali, parece um tipo de casa na árvore.
Eu sai de cima dele e nós começamos a caminhar pela grama até que entramos numa mata e depois dela havia uma casa.
-Ela ta abandonada - o Justin disse.
-Meu Deus, nós adoramos coisas abandonadas mesmo.
Ele riu.
-E ali está a casa da árvore - eu apontei para cima.
-Vamos subir?
-Como?
Não tinha nenhuma escada nem nada para nós conseguirmos subir, só havia um galho com um pneu.
-Já volto - ele disse e foi se afastando.
-Justin! 
Eu odiava ficar sozinha.
-EU JÁ VOLTO.
Ele demorou uns 3 minutos e voltou com uma escada na mão.
-Tinha isso na parte dos fundos - ele disse colocando a escada apoiada na árvore e começando a subir.
Eu estava meio aflita. Sabe, a gente tava no meio do mato do lado de uma casa abandonada e lá não batia muito sol, às àrvores cobriam tudo.
-Você vem? - ele colocou a cabeça para fora e ergueu sua mão.
Eu peguei nela e subi. A casa era toda feita de madeira e havia só algumas coisas nela como cobertores, carvão e umas lanternas que não funcionavam. Nós só ficamos olhando em volta sem falar nada.
-Gabi...
-Oi? - eu disse me virando.
-Seu sutiã ta aparecendo.
MAS QUE LINDO MEU DEUS E PORQUE VOCÊ TA OLHANDO PARA ELE SEU TARADO?
Eu olhei para baixo e subi a minha camisa.
Ele sorriu.
-O que foi?
-Nada.
-Para de ser tarado menino.
Ele me prendeu na parede e mordeu minha orelha.
-Nunca - ele pegou na minha bunda.
-Ah é? Direitos iguais - eu peguei na bunda dele.
Ele me pegou pela cintura, colou nossos corpos e olhou para baixo. Eu era um pouco mais baixa que ele então neeeh....
-Depois eu que sou tarado.
Nós começamos a nos beijar e eu comecei a tirar a camisa dele e ele a minha. Ele ficava me prendendo na parede e eu já tava sem fôlego. Ele desabotoou meu sutiã e eu abri o botão da calça jeans dele e desci o zíper. Logo em seguida ele me pegou pela coxa e me deitou no chão, pegando algum cobertor e começou a me beijar desde a boca até o umbigo e tirou minha calcinha. Eu fui passando minha mão pelas suas costas e tirei a cueca dele. Completamente nus.
-Você tem certeza que quer fazer isso? - ele perguntou mexendo no meu cabelo.
Eu assenti, nunca estava tão certa....
[...] Eu acordei e já era a manhã do dia seguinte. Nós tínhamos dormido demais. Também né, a noite do carro não foi uma das melhores. Eu comecei a olhar para o Justin, ele ainda estava dormindo. Então eu coloquei o meu sutiã, minha calcinha e a sua camisa e fiquei olhando para ele. Eu estava muito feliz, muito mesmo, fiquei acariciando o seu rosto, subi em cima dele e comecei a beijá-lo. Ele finalmente acordou, também sorrindo.
-Dormiu bem, bebê?
Eu assenti.
-E você?
-Como um anjo.
Ele me beijou e me pegou pela cintura.
-Nunca pensei que você fosse tão safada.
Eu ri.
-É melhor nós irmos Justin... Nós já estamos demorando demais.
-Ah mais ta tudo tão bom...
Nós nos olhamos nos olhos.
-Eu te amo Gabi.
-Eu também te amo.
Nós demos um selinho.
Ele levantou para pegar a cueca e a calça e eu só olhando né.... Hahaa.
-Gabi... Não quero ser grosso... Mas você está com a minha camisa...
-Ah é! - eu tirei rápido e joguei para ele.
Tentei achar minha roupa rápido, sei lá né, ele já tinha me visto sem roupa mas da vergonha. Agora ele que ficou me encarando.
Eu me vesti e nós decemos.
-Antes de nós irmos vamos entrar na casa?
-TA MALUCO?
-Eu sou maluco.
-Justin eu morro de medo dessas coisas.
-Awn bebê, eu te protejo - ele pegou na minha mão e nós fomos até a varanda da casa. Ele olhou um pouco para a porta e abriu - a devagar, fazendo com que acontecesse um ruído bem grande.
A casa era toda pequena e preenchida de coisas antigas. Nós subimos a escada e havia uns 3 quartos. Entramos em um deles. Era o quarto de uma menina, cheio de bonecas no chão e do lado de sua cama havia o seu porta retrato.
-Ela era linda - eu disse.
-Era...
-Gostaria de saber o que aconteceu...
-É, eu também.
-Que horas são?
-12:00.
-Justin, sério, nós temos que ir... 
-Tudo bem.
Eu não sei como mas nós finalmente chegamos em Atlanta. Eu me despedi dele e peguei um táxi até minha casa. Chegando lá vi Bingo. Meu Deus aquele cachorro dorminhoco só acordava para dizer que eu ia morrer.
-Pede para o Justin ir no meu enterro, ok? - eu disse acariciando ele e entrei em casa.

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